Não houve um claro vencedor, como nos anos anteriores, mas houve mais empresas em competição, e maior diversidade em termos de vencedores. Só o Páteo da Galé saiu da cerimónia com duas estatuetas, a de melhor espaço multiusos e o prémio revelação 2011.
Vencedores:
Melhor Produção
Animação: DUB VÍDEO CONNECTION - “Energie Vilar de Mouros”
Audiovisual e Multimédia: EVENTISIMO - “Cis & Baltics Gold Conference 2011”
Logística em Evento: PYROFEL PIROTECNIA - “Passagem de Ano Funchal 2011”
Melhor Espaço
Hotel para Eventos e Congressos: TRÓIA DESIGN HOTEL
Centro de Congressos: ALFÂNDEGA DO PORTO
Prémio Espaço Multiusos: PÁTEO DA GALÉ
Melhor Evento
Motivação e incentivo: Menção honrosa para Series Comunicação e Imagem - “Jantar às escuras”
Público: ECOMUSEU DO BARROSO - “Sexta-feira 13”
Cultural: EVERYTHING IS NEW - “Optimus Alive”
Marca: CONNECT INTERNATIONAL - “Abertura da loja Optimus na Avenida da República”
Congresso: MUNDICONVENIUS - “20 EADV Congress”
Empresarial: LAGRIMAS CATERING - “Congresso Internacional da Relais & Chateaux”
Prémios especiais
Revelação: PÁTEO DA GALÉ
Personalidade/Carreira: JOÃO SACCHETTI
Grande prémio: FADO – Património Imaterial da Humanidade
No final, António Silva e Sousa, director da ExpoEventos, afirmou que a edição deste ano esteve “na linha dos anos anteriores”. “Com a conjuntura, nota-se que há um esforço de continuar a fazer bem, mesmo com menos recursos”, refere o responsável, que destacou o maior número de entidades a concurso. Em relação à cerimónia, António Silva e Sousa, realça a oportunidade que foi dada a todos os candidatos de poderem apresentar, perante a plateia, as empresas e os eventos concorrentes.
Cláudia Coutinho de Sousa
Os seminários Gest foram a grande aposta da ExpoEventos 2012. Nos dois dias do evento passaram pelo Fontana Park Hotel cerca de 450 pessoas, e por isso no final, Linda Pereira, coordenadora científica do seminário de Gestão de Eventos, congratulava-se pela opção de realizarem um programa a pensar nos futuros profissionais do sector. A directora da CPL Events diz que a ideia principal passada à assistência foi a de motivação e de acreditar que é possível, apesar de todas as notícias negativas. “Esta área tem futuro e vai criar condições para sairmos desta crise”, refere a responsável.
António Silva e Sousa, director da ExpoEventos, assumiu que esta aposta de apoiar a ExpoEventos nos seminários foi ganha. “A intenção este ano era juntar pessoas, falar com pessoas, acções formativas, conteúdos, debate, e também alguma área expositiva”, refere o responsável. O balanço é “bastante positivo”.
Durante a ExpoEventos decorreu um seminário da Associação de Hotelaria de Portugal, que contou com cerca de 100 participantes e onde se debateu a articulação entre os hotéis e o sector dos congressos. A oradora convidada foi Linda Pereira. No final ficou clara a importância estratégica desta parceria e evidenciados os pontos onde é possível melhorar.
Cláudia Coutinho de Sousa
Rui Luís Romão
A peregrinação anual à festa do ténis em Portugal faz-se sempre por esta altura, e todos os anos a chuva ameaça ser a protagonista. “Estamos preparados para isso, para esse esforço suplementar”, diz João Lagos, director do torneio, à Event Point. Um esforço que pode muito bem vir a ser evitado no futuro, com o projecto de construção de instalações definitivas, anunciado durante esta edição do Estoril Open.
A juntar às vicissitudes atmosféricas, a conjuntura actual cria renovados constrangimentos para colocar de pé o evento. Este ano o estado de degradação dos courts do Jamor quase pôs em causa a realização do torneio. “São problemas novos que surgem, aos quais temos de responder com imaginação e espírito empreendedor”, afirma o responsável. “Tudo é mais difícil. Mas nada nos leva a desistir, continuamos o nosso caminho”. Um caminho que visa a promoção da modalidade no nosso país, “há quem diga que sou corajoso, maluco, megalómano. Sou um apaixonado por este desporto e luto pelas minhas convicções. E o Estoril Open é o momento mais alto da promoção da modalidade”.
E é também um momento de promoção de marcas, de patrocinadores. No espaço corporate o ténis dá primazia aos negócios, às reuniões, ao ver e ser visto. É aqui que o director do torneio se desdobra em entrevistas, e em cumprimentos, e foi aqui também que o entrevistámos. Uma entrevista apenas interrompida pelo hino nacional, o toque de telemóvel de João Lagos. A expectativa é que o evento não seja apenas um sucesso em termos desportivos, mas também que os patrocinadores tenham retorno no seu investimento. “Quanto mais satisfeitos [os patrocinadores] ficarem com o retorno dos seus investimentos, maiores são as hipóteses de continuarmos juntos neste programa de desenvolvimento desportivo. Os nossos patrocinadores são a nossa segunda família, é desta harmonia de interesses que resultam os objectivos que nos animam todos os anos”, lembra o director do torneio.
Por falar em investimento, este ano houve um corte de 20 a 25% em relação ao ano passado, admite João Lagos à Event Point. “Houve necessidade de reduzir em muitos aspectos. Foram reduções cirúrgicas, aqui e além, mas sempre com uma preocupação enorme em não comprometer os padrões e os níveis de qualidade a que habituámos os nossos consumidores, fãs e patrocinadores. É um trabalho muito difícil, de conseguir fazer bem, muito próximo do nosso melhor, com menos dinheiro”.
Cláudia Coutinho de Sousa
“Temos uma faca em cima da cabeça”, esta imagem foi deixada por Frederico Costa, presidente do Turismo de Portugal, num encontro com a APECATE (Associação Portuguesa das Empresas de Congressos, Animação Turística e Eventos) para caracterizar as dificuldades esperadas para 2012, nomeadamente no serviço da dívida, na banca e no crédito. Isto apesar de os resultados operacionais do turismo terem sido positivos em 2011 e eventualmente também o sejam em 2012. A boa notícia, diz o responsável, “é que os últimos 20 anos foram muito exigentes”.
Vender é agora a palavra de ordem, “temos que fazer um esforço de venda pura, como nunca fizemos”. Quem depende excessivamente do mercado nacional, vai ter a tarefa mais complicada, “a procura nacional, os eventos nacionais, os congressos nacionais, vão todos descer”. A solução é então, segundo Frederico Costa, ir buscar clientes lá fora. Mas não serve qualquer mercado. A retracção do mercado europeu é um facto, pelo que há que dar passos em outras latitudes.
Além desta diversificação de mercados, as empresas terão que ser flexíveis e terem capacidade de adaptação. O associativismo e o trabalho em conjunto serão muito importantes, sobretudo para as empresas que não têm dimensão. Frederico Costa acredita que complementaridade vai ser uma das palavras de ordem para 2012 e realça a importância de associações como a APECATE.
Para o presidente do Turismo de Portugal a área dos eventos “vai ter grandes dificuldades”, porque depende muito do mercado interno. O responsável lembra que um dos maiores clientes dos eventos é o sector público e aí as “limitações orçamentais são fortíssimas”. Mais uma vez a associação pode ser a resposta para as dificuldades: “ as empresas de animação precisam dos eventos, os congressos precisam dos eventos, e é por aí, em associação, que poderão mais facilmente sobreviver a 2012”.

Apoios do Turismo de Portugal
Frederico Costa explicou aos cerca de 60 empresários presentes alguns dos utensílios disponíveis para os apoiar. Em relação à internacionalização, o responsável lembrou que uma das grandes prioridades do QREN é justamente essa, sugerindo que as empresas se candidatem em conjunto. O presidente do Turismo de Portugal lembrou o protocolo, anunciado na BTL, com 14 instituições bancárias para financiamento de projectos turísticos e a linha de apoio à tesouraria. Na área de captação de congressos e de grandes eventos internacionais, mantém-se activo o Fundo de Congressos, que até agora já ajudou a trazer 24 congressos, envolvendo 75 mil pessoas. Ainda em relação aos congressos, o Turismo de Portugal tem trabalhado, juntamente com a ANA, na captação de novas rotas e no aumento de frequência em rotas já existentes. O responsável reconhece, no entanto, que tem faltado algo no Turismo de Portugal: “ajudar a vender”.
Em troca, Frederico Costa ouviu algumas queixas dos cerca de 60 empresários presentes, nomeadamente sobre a excessiva burocracia, as dificuldade de candidatura ao QREN, as leis desfasadas da realidade, as desarticulações entre entidades e a falta de apoio das equipas de turismo no estrangeiro.
Cláudia Coutinho de Sousa
Discutir a situação actual dos dois países e dos eventos que organizam, reflectir em temas como a necessidade de ter como foco principal o cliente, a flexibilização do preço dos venues, a gestão do risco, os novos formatos de eventos, foram alguns dos pratos fortes da Reunião Anual do Capítulo Ibérico da ICCA. O evento, que este ano decorreu em Las Palmas, juntou cerca de 50 profissionais, de Portugal, Espanha e Andorra.
(Leia a reportagem na próxima edição da Event Point)
Nada vai ser como antes
A keynote speaker do congresso foi a directora da CPL Events, Linda Pereira, que traçou um quadro das tendências do sector para os próximos anos. Para a responsável, nada vai ser como antes, e é necessário “mudar a fórmula de pensar”, agir de modo estratégico, e trabalhar em conjunto para alcançar o sucesso. A especialização é palavra de ordem.
O facto dos eventos estarem sob intenso escrutínio, foi outro dos temas abordados pela directora da CPL Events. “Qual é a mensagem, qual é o objectivo do evento” são perguntas que as pessoas vão fazer cada vez mais, alerta a responsável, que diz que tem que se pensar ao contrário, primeiro nos resultados que se querem atingir, e só depois desenhar o evento.
No reunião que juntou os profissionais de Portugal, Espanha e Andorra, Linda Pereira destacou as mais-valias da cooperação entre países. Portugal pode ser uma ponte para Espanha entrar em mercados como Brasil, China e África, enquanto que a Espanha é, para Portugal, uma porta de entrada na América Latina.
Balanço positivo
Frank Garcia, presidente do Capítulo, destacou que apesar do clima económico, viu “um positivismo muito grande, uma vontade de fazer coisas, fazê-las de forma diferente, mas não deixar de as fazer”. O responsável refere que se tratou de um evento com grande qualidade, onde se discutiram os temas que inquietam o sector, tanto em Portugal, como em Espanha. E esta união entre os dois países é muito importante. “Temos que estar mais unidos do que nunca”, diz Frank Garcia, “e iniciativas como a do Capítulo Ibérico, em que Espanha e Portugal apresentam um destino comum, que é a Península Ibérica, são muito positivas”.
Em 2013, o evento ruma aos Açores.
Devolver as tartarugas ao mar
A acção de responsabilidade social deste evento teve como protagonistas as tartarugas. Feridas, doentes, chegam à costa da ilha da Gran Canária, todos os anos, dezenas de tartarugas. As redes de pescadores e os anzóis são os maiores perigos para estes animais que o Centro de Recuperação de Animais Selvagens de Las Palmas procura ajudar. Com a ajuda de veterinários e dezenas de voluntários, grande parte das tartarugas consegue sobreviver. Os delegados do Congresso do Capítulo Ibérico da ICCA tiveram a oportunidade de ajudar a devolver algumas delas ao mar. Na praia adjacente ao Palácio de Congressos de Las Palmas, os delegados acompanharam toda a viagem de regresso a casa das pequenas tartarugas. Timidamente, fizeram o percurso, com a ajuda e incentivo de todos.
Cláudia Coutinho de Sousa *
* A jornalista viajou a Las Palmas a convite do Capítulo Ibérico da ICCA
O sector do turismo reuniu-se uma vez mais na BTL, com a sombra da crise no ar, mas com bons exemplos de inovação, empreendedorismo, criatividade e atitude positiva. Foram cinco dias intensos, de exposição, eventos paralelos, sessões informativas, com entregas de prémios pelo meio, animação e visitas de membros do governo.
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A LineUp esteve na BTL a apresentar a sua marca Portugal Incoming. O balanço é positivo, como nos conta Joel Vicente, sobretudo pela existência de um programa de hosted buyers na feira. O responsável da empresa adiantou que foi possível reunir com potenciais compradores e parceiros e que num período difícil como o que atravessamos, a diversificação da oferta é fundamental.
Também a Silvestre Festas esteve na BTL 2012 a apresentar as suas soluções para eventos, e que passam por todo o tipo de estruturas amovíveis. O balanço da BTL é, no entender de Nuno Isidoro, bastante positivo.
Na primeira edição em que a BTL apresenta o espaço Tech, a FCO trouxe à feira as suas soluções de suportes interactivos, nomeadamente mesas multitoque, uma solução para bilhética virtual através de QR Codes, quiosques multimédia e realidade aumentada. O balanço é positivo, segundo Luís Salomé, consultor comercial da empresa.
A Golf One System esteve na BTL a apresentar o simulador de golfe, com a perspectiva do campo. Até agora estão simulados 120 campos de golfe, do mundo inteiro, conforme nos explica Paula Reis. O produto recolheu grande interesse, pelo que a feira foi positiva.
Cláudia Coutinho de Sousa
Rui Luís Romão
Em menos de dois minutos e meio, o filme da abertura de Guimarães 2012 – Capital Europeia da Cultura (CEC). Os discursos, a música e a dança no Multiusos, a performance concebida pelos Fura dels Baus, à noite, na Praça do Toural, culminando com o inevitável fogo-de-artifício. Momentos de celebração, antecedendo o intenso programa da CEC, cujo fim oficial está marcado para 21 de Dezembro. Até lá, Guimarães espera pelo mundo.
Rui Luís Romão
Cláudia Coutinho de Sousa
Foi na presença do presidente da República, Aníbal Cavaco Silva, do primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, e do presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso, que se fez a inauguração oficial de Guimarães 2012 – Capital Europeia da Cultura. Para além destes três convidados, discursaram ainda o presidente da Câmara Municipal de Guimarães, António Magalhães, e o presidente da Fundação Cidade de Guimarães, João Serra. Discursos de circunstância onde se referiu a importância da cultura, mesmo quando os orçamentos não estão alinhados com tamanho desiderato, do valor das identidades locais, regionais e nacionais no contexto europeu, e do simbolismo de Guimarães como berço da nacionalidade, que interessa destacar em tempos tão difíceis como os que vivemos.

A cerimónia protocolar, que decorreu no Multiusos de Guimarães, terminou com a Fundação Orquestra Estúdio a interpretar o “Pássaro de Fogo”, de Stravinsky, e o “Staccato Brilhante”, de Joly Braga Santos. Houve ainda um espectáculo competente que conjugou música e dança, com as participações, entre outras, dos Danças Ocultas, Rão Kyao, Chico César (Brasil) e Cristina Branco.

Toural em Fura
Às 22h iniciou-se o segundo acto da abertura oficial de Guimarães 2012. No Largo do Toural, centro nevrálgico da cidade, os catalães Fura dels Baus e o Centro de Criação para o Teatro e Artes de Rua (CCTAR) mostraram “Tempo de encontros”, uma festa pensada para o espaço público, com performances, envolvendo a figura gigantesca de um cavalo e uma outra, humana, de dimensões semelhantes, projecções multimédia e video mapping.
De acordo com a Lusa, estima-se que ao longo do dia 60 mil pessoas tenham estado na cidade, participando nos diversos momentos do programa. À noite, no Toural, a multidão era tal que muitos não conseguiram lá chegar, ficando-se pelas ruas adjacentes. Uma senhora, mais baixinha, dizia mesmo, extasiada, “Andei uns metros pelo ar, quando aqui cheguei. Não conseguia pôr os pés no chão, tanta era a gente!”.

Os convidados mais importantes assistiram a tudo do primeiro andar do Café Oriental. O primeiro a aparecer para cumprimentar a multidão foi Jorge Sampaio, presidente do Conselho-Geral da Fundação Cidade de Guimarães, recebido com fortes aplausos. Já Durão Barroso foi brindado com apupos e assobios, à semelhança do que tinha acontecido horas antes com Cavaco Silva. Nada que impedisse a continuação da festa, pelos bares e cafés do centro histórico de Guimarães.
O primeiro passo está dado. 2012 fará de Guimarães, seguramente, um sítio a visitar. Mas, como dizem os seus responsáveis, o grande desafio virá depois, em 2013, 2014…
Rui Luís Romão
A organização da EFAPCO (Federação Europeia das Associações de Organizadores Profissionais de Congressos) fez um balanço muito positivo do Congresso que se realizou em Portugal. Helena Weinstein, vice-presidente da EFAPCO, considera que, em termos de programa, este foi um dos melhores eventos de sempre. A responsável destaca ainda a qualidade dos oradores, o bom ambiente gerado, as condições do venue e a certificação como evento verde. Weinstein comentou ainda a eleição de Luísa Teixeira como próxima presidente da EFAPCO, considerando como muito “importante” para Portugal. A federação, no entender da responsável, precisa agora de ter um plano de acção mais agressivo, depois de já ter feito a consolidação em termos de países membros.
Também Nicolas Le Brun, presidente da EFAPCO, destacou a diversidade de temas, o debate e o interesse gerado pelo congresso.
Um dos momentos importantes do congresso foi a realização do Future Leaders Forum, um evento paralelo da responsabilidade da IMEX. Várias dezenas de estudantes, de várias escolas, tomaram contacto com o sector da meetings industry, ouvindo as experiências de seis profissionais do mercado. No final, dois estudantes partilharam algumas das conclusões do workshop com a restante plateia.

Lembre-se que o Congresso da EFAPCO se realizou de 12 a 14 de Janeiro, no Centro de Congressos do Estoril. A organização foi da APECATE (Associação Portuguesa das Empresas de Congressos, Animação Turística e Eventos).
Cláudia Coutinho de Sousa
Rui Luís Romão
Pôr em contacto os organizadores de eventos de amanhã com os profissionais de hoje é um dos objectivos do Encontro Nacional de Estudantes de Organização e Gestão de Eventos (ENEOGE). E o balanço é muito positivo, diz Hugo Soares, da organização. Na plateia estiveram mais de 800 alunos presentes. Do outro lado, no palco, alguns dos principais profissionais do sector.
Hugo Soares destaca as mensagens positivas passadas pelos oradores, lamenta o facto de Roberta Medina e Luís Rasquilha, perante a ameaça de greve da TAP, terem cancelado a presença, e explica a sua opção de recrutar alunos para a organização do ENEOGE.
De manhã, Fernando Amaro (Montepio) falou sobre patrocínios, José Faísca (Pavilhão Atlântico) explicou a gestão de públicos que é feita naquele venue, e Miguel Júdice (Lágrimas Hotels & Emotions) apresentou o caso do Congresso Internacional da Relais & Chateaux.
À tarde, Nuno Sousa Pinto (Better World) trouxe o exemplo do Rock in Rio, Norma Franco (E.Value) desconstruiu uma série de mitos e preconceitos em torno da sustentabilidade, o Coronel Pimentel Furtado (consultor) apresentou uma visão integrada sobre segurança em eventos, Pedro Boucherie (SIC Radical) atirou-se aos sonhos, Filipa Oliveira (Realizar) recordou o envolvimento no Campeonato Africano das Nações em futebol e Linda Pereira (CPL Events) desvendou aquele que no seu entender é o segredo do sucesso: atitude!
Miguel Júdice, do Lágrimas Hotels, e orador no encontro, realça a importância dos profissionais dedicarem uma parte do seu tempo a partilhar as suas experiências com os mais jovens.
Uma ideia transmitida por Nuno Sousa Pinto, director de Produção do Rock in Rio, e por Linda Pereira, da CPL Events, foi a do benefício dos estudantes desta área se voluntariarem para trabalhar em eventos, de modo a acumular conhecimento. Ambos destacaram igualmente a importância de trabalhar no estrangeiro para ganhar experiência, e depois regressar. A responsável da CPL diz que devemos ter uma perspectiva global deste sector. O Brasil e a China foram apontados como destinos muito interessantes para trabalhar.
Paulo Futre, ex-jogador de futebol, foi responsável pelo discurso de motivação do dia. No país do “não”, segundo ele, é importante colocar um “porque” antes. “Porque não?” repetiu vezes sem conta, apelando a que todos tentem seguir os seus sonhos.
Cláudia Coutinho de Sousa
Rui Luís Romão

















