Numa das cidades mais fantásticas do mundo, tédio é uma palavra que nunca se materializa. Aliás o que acontece invariavelmente é não haver tempo para ver tudo o que se planeou.
Um primeiro conselho: esteja alerta pois a cidade-luz tem a capacidade de estimular todos os sentidos.
Paris é uma cidade monumental, expoente máximo da elegância e do saber fruir os prazeres da vida. Não deve perder uma visita a locais como o Arco do Triunfo, Basílica do Sacré-Coeur, Montmartre, Catedral de Notre Dame, Torre Eiffel, Jardins do Luxemburgo, Museus do Louvre e d'Orsay, Centro Pompidou, Moulin Rouge, Catacumbas de Paris ou os Invalides, as casas de escritores célebres como Balzac e Victor Hugo, até mesmo o quarto onde Marcel Proust passou os últimos anos de vida, para citar apenas alguns.

Um cruzeiro no Sena com a cidade mágica como cenário pode ser um momento de superior romantismo. A poucos quilómetros da capital francesa, o magnífico Palácio de Versalhes atrai multidões e com muito cabimento. E também a pouco mais de 30 quilómetros de Paris está o parque de diversões da Disney. Como vê, sugestões para todos os gostos.
A culinária, já se sabe, é especial, e merece bem ser experimentada.

De resto, exposições, cinema, teatro, espectáculos musicais e outros eventos são uma constante e bastante heterogéneos.
Encontra em português, neste site: http://pt.parisinfo.com/, todas as informações sobre a cidade em termos de acolhimento de eventos.
Cidade de muitos encantos, visitada por turistas de todo o mundo, Munique conjuga a agitação de uma grande metrópole alemã com uma certa ruralidade típica da Baviera.
A região da Baviera, pela natureza, pelos extraordinários castelos e palácios imaginados e concretizados por Ludwig II, pela beleza e história das suas cidades, é talvez a mais bonita de toda a Alemanha. Munique é a capital deste estado rico e próspero e compete com Berlim pelo título de cidade germânica mais visitada.
Locais como Frauenkirche (Igreja de Nossa Senhora), o mais emblemático templo católico da cidade, Marienplatz, onde está situada a lindíssima Câmara Municipal, o Jardim Inglês, o Estádio, Olímpico, o Palácio de Nymphenburg, onde nasceu Ludwig II, o palácio dos Wittelsbach, são as grandes referências desta cidade que sofreu muito com a II Guerra Mundial, mas soube reerguer-se das cinzas e transformar-se num burgo vivo, alegre e dinâmico.

Os habitantes de Munique adoram divertir-se e são alegres por natureza. O ponto alto da diversão é a famosa Oktober Fest, em que a cerveja é a atracção principal. A não perder são também os inúmeros e interessantes museus da cidade.
Verdadeiramente recomendável, até porque não distam muito de Munique, é uma visita aos castelos (de contos de fada) de Ludwig II: Herrenchiemsee, Linderhof, Hohenschwangau e Neuschwanstein.
Esta cidade da Baviera também goza de condições excelentes para eventos. Confira aqui quais são: http://www.muenchen.de/cms/prod1/mde/_de/rubriken/Rathaus/65_raw/Tourismusamt/pdf/broschueren/kongress_broschuere_2008.pdf.
Bem no centro do Mar Mediterrâneo, existe um arquipélago capaz de preencher as expectativas de qualquer tipo de turista, o que não prescinde da praia e o que adora história e cultura.
De Malta comecemos por dizer que não existe país no mundo onde haja tantos elementos históricos num espaço tão reduzido. E de facto são muitos os vestígios de civilizações antigas incluindo, por exemplo, as de romanos, árabes e normandos, mas também do passado mais recente, sob domínio britânico. Tudo isto num espaço de 316 km2.
Há vários laços que unem os nossos dois países, nomeadamente através da Ordem de Malta, que teve entre os seus líderes vários portugueses. Aliás, foi ao serviço de um deles, D. António Manuel Vilhena, Grão-Mestre da Ordem, que se fez notar o arquitecto italiano Nicolau Nasoni, vindo mais tarde a trabalhar para o Porto.

Os 400 mil habitantes são, na sua maioria, profundamente católicos, facto que explica as mais de 360 Igrejas existentes no território, praticamente uma por cada dia do ano.
A capital deste arquipélago é Valetta, situada na ilha de Malta. É uma cidade movimentada, onde se conduz à esquerda, como no Reino Unido, com uma intensa vida comercial e nocturna, bares e restaurantes, e muitas atracções histórico-culturais. O mar e as praias, suportadas por um clima extraordinário, são um verdadeiro convite.

As duas outras ilhas habitadas são Gozo e Comino, ambas mais tranquilas do que Malta. A água do mar é de tal forma límpida que é um autêntico paraíso para o mergulho, especialmente num local chamado, e o nome diz tudo, Lagoa Azul, em Comino. Portos, baías e praias fazem as delícias dos amantes da natureza.
Também para eventos e incentivos Malta é considerada um destino muito interessante. Saiba tudo em www.visitmalta.com/business-travel.
Prepare-se porque na capital da Catalunha vive-se intensamente. Imponente e orgulhosa, mas também hospitaleira e acolhedora, a cidade de Barcelona vai deixá-lo fascinado.
O maior ex-libris da segunda cidade espanhola (excluindo o Futebol Clube de Barcelona para os adeptos mais fanáticos do desporto rei) é, sem dúvida, a espectacular, embora inacabada, Catedral da Sagrada Família, a obra-prima de Antoni Gaudi. Aliás, a cidade está polvilhada de testemunhos do trabalho único deste arquitecto catalão, que se destaca pela originalidade, arrojo e excentricidade.

Um passeio pelo típico Bairro Gótico é altamente recomendável e alguns dos mais bonitos exemplares deste estilo podem ser aí apreciados. Já de Montjuic desfruta-se de uma impressionante vista sobre a cidade. Aqui impõe-se um passeio de teleférico. Além de romântico, permite apreciar por exemplo a bonita zona do porto e da praia. Para quem procura a verdadeira agitação não pode perder Las Ramblas, uma avenida com muito comércio, cafés e restaurantes, animada por inúmeros artistas de rua. A vida nocturna é excitante e movimentada.

Barcelona é a cidade da cultura por excelência. Os maiores pintores espanhóis, como Miró e Picasso, têm aqui museus que lhes são dedicados e que valem muito a pena conhecer. Verdadeiramente notável é também o vasto programa de eventos culturais disponíveis na cidade. Pode é não haver tempo para tudo.
Barcelona é uma das cidades europeias que mais congressos e eventos recebe. Neste link encontra todas as indicações de espaços, hotéis, espectáculos, empresas de eventos, fornecedores da cidade: http://professiona2.barcelonaturisme.com/bcb_cg.
Fotos: Sara MarquesA propósito da participação na BTL, os turismos da República Checa e da Polónia organizaram um pequeno-almoço com os profissionais de turismo e imprensa especializada. As potencialidades dos dois países foram amplamente evidenciadas, inclusive em termos de capacidade para receber eventos, um segmento em que ambos os países apostam.

Castelo de Praga(Foto: Roman Cestr / Czech Tourism)
Markéta Lehecková, do Turismo da República Checa, destacou os muitos edifícios históricos com valências para eventos, desde castelos, palácios, monumentos, não só em Praga como no resto do país. “Os castelos da Boémia foram recentemente adaptados para receberem congressos, incentivos e eventos”, anuncia a responsável. Já Praga é uma cidade que está na moda, e apresenta uma boa relação qualidade/preço, e por isso a crise até tem favorecido a capital checa, uma vez que, por ser um destino acessível, quer em preço, quer em comunicações, tem recebido muitos eventos. Além disso a cidade dispõe de uma programação cultural muito forte.

Castelo de Carcóvia
2011 é um ano importante para a Polónia com a comemoração do Ano Internacional da Química (lembre-se que Marie-Curie nasceu neste país), a Beatificação do Papa João Paulo II, e sobretudo pelo facto de receber, pela primeira vez, a presidência da União Europeia. Em 2012 a Polónia recebe, juntamente com a Ucrânia, o Campeonato da Europa de Futebol. O sector dos eventos é, de resto, muito importante para o país, que dispõe de centros de congressos um pouco por todo o território, sendo que as cidades mais requisitadas são Varsóvia, Cracóvia e Wroclaw. As montanhas Tatra são muito usadas em incentivos.
O encontro com as delegações de ambos os Turismos decorreu em Lisboa, no Café Fábulas, a 22 de Fevereiro. Mais informações sobre os países em www.polonia.travel e www.czechtourism.com.
Pela tolerância, diversidade, cor, alegria e charme, não é seguramente exagero afirmar que Amesterdão é uma das mais carismáticas cidades da Europa.
Um passeio pelos canais da “Veneza do Norte”, além de imperdível, oferece ao visitante uma excelente perspectiva da arquitectura, mas também do encanto e do modo de vida de Amesterdão. Nestes mais de 100 canais residem, numa espécie de barcos, centenas e centenas de pessoas. Nas margens, edifícios no mínimo originais – coloridos, estreitos e muitos deles inclinados – captam o interesse e a imaginação.

Diz-se “Em Roma, sê Romano”, e se quiser adoptar esta máxima em Amesterdão alugue uma bicicleta e conheça a cidade no meio de transporte preferido dos locais.
Imperativo é fazer o tour dos museus (e há museus para todos os gostos), dos quais se destacam o Van Gogh e o Rijksmuseum. A Casa-Mujseu Anne Frank é também um local de passagem obrigatória. Os cafés e as esplanadas são pontos de encontro extraordinariamente convidativos e estão normalmente repletos de gente de todas as idades.

E para quem gosta de fazer compras ou simplesmente ver montras, encontra em Amesterdão lojas de quase tudo, para os mais variados gostos.
Na cidade onde tudo é permitido, porque não, passar pelos famosos coffee-shops, onde as drogas leves são vendidas com a maior das naturalidades, e pelo famoso Bairro Vermelho, onde o sexo é encarado sem tabus ou preconceitos?
Esta cidade tão vibrante oferece um conjunto de alternativas interessantes para organizar eventos e incentivos. Espaços não faltam, e podem ser pesquisados aqui: www.iamsterdam.com/en/meeting/venuefinder, e em termos de alojamento e animação as hipóteses são múltiplas. Consulte www.iamsterdam.com/en/meeting para saber mais sobre as potencialidades desta cidade holandesa para o sector da meetings industry.
Estilo colonial
Por toda a ilha, é possível notar de que forma os colonizadores holandese, franceses e britânicos – por esta ordem – deixaram a sua impressão digital nas ruas e nas paisagens. Assim, uma dúzia de propriedades coloniais conservam o testemunho do luxo em que viviam os donos de plantações. A Eurêka é uma dessas propriedades crioulas e data de 1830. Por trás de cada uma das 109 portas, é possível descobrir os móveis, os utensílios e outros acessórios da época. É possível tomar uma refeição numa das varandas ou no extenso jardim. Na vila portuária de Mahebourg, numa fábrica secular de biscoitos, não pode perder nada do processo de confecção dos biscoitos de mandioca que são preparados hoje segundo uma receita de tempos ancestrais.
A principal praça da capital Port Louis está pejada de crioulos, de descendentes de colonos, de imigrantes indianos e de chineses. Pode deixar-se seduzir pelo perfume dos frutos tropicais, das especiarias e de todas as delícias que possa imaginar. No Waterfront encontra os artesãos que trabalham com uma paciência de santo em peças que respresentam os antigos navios e as casas coloniais. Esta zona é também ideal para descobrir a cozinha crioula, que reúne influências de três continentes.
Regresso ao passado
Em Domaine les Pailles, a apenas 15 minutos da capital, aquela que foi uma vila colonial francesa está fielmente reconstituída. Um cavalo, uma caleche ou um comboio a vapor pode conduzi-lo a um moinho de açúcar accionado por dois bois ou ainda a uma destilaria de rum. Depois de provar um copo de rum, um Land Rover transporta-o de novo à sua época por estradas montanhosas, em direcção a uma festa no casino ou a um jantar num dos restaurantes da cidade.
Do açúcar ao chá
Seja amante do açúcar ou não, a “Aventura do Açúcar” é uma lição de história colonial que não deve ser recusada. Nesta fábrica de açúcar, transformada em museu, de forma interactiva, são apresentados os quatro séculos desta indústria da cana do açúcar. Aqui pode descobrir de que forma os holandeses cultivaram as primeiras plantações com a ajuda de escravos, e as máquinas que utilizavam para produzir o açúcar a partir da cana. Pode até comprar 12 tipos diferentes de açúcar. Como os colonos britânicos não passavam sem o seu chá, as Ilhas Maurícias possuem o seu próprio roteiro de chá... também a não perder.
Aventura natural
As Maurícias conjugam muito bem a salvaguarda da sua riqueza natural e e turismo, mostrando que as duas coisa podem andar a par. Se quiser, pode transformar-se num verdadeiro eco-turista e descer os cursos de água, caminhar nas crateras vulcânicas, andar de kayak em lagos cristalinos. Mesmo os 4x4 não faltam na maioria dos programas dos DMCs locais. Na Île aux Aigrettes dá-nos uma ideia da aparência da ilha antes da chegada do Homem. Encontra aqui algumas espécies animais ameaçadas. No Vanilla Reserve des Mascareignes há crocodilos e tartarugas gigantes.
Nos jardins botânicos de Pamplemousses encontra 80 espécies diferentes de palmeiras. Com um pouco de sorte, é possível vislumbrar uma palmeira Talipot em florescimento. Isso só acontece uma vez em toda a sua existência, depois disso a palmeira morre.
Dançar num vulcão
Os maurícios hindus proclamaram local de peregrinação um dos lagos formados na cratera de um vulcão. Em Fevereiro pode vir até aqui e render a sua homenagem a Shiva, junto de 400 mil fiéis, sob o olhar aprovador de uma estátua de muitos metros de altura com a efígie da divindade. O vulcão Trou des Cerfs também lhe propõe um panorama divino. Localizado a 650 metros do nível do mar, se ousar subir ao topo, a recompensa é enorme: uma vista deslumbrante sobre as montanhas sinuosas das redondezas.
Piratas na costa
Desde as falésias colossais de Gris-Gris, em Souillac pode desfrutar de uma empolgante vista sobre o oceano Índico. O lugar deve o nome ao constante gotejar da água que nasce a cada onda que morre contra as rochas. Não pode perder a God's Bridge, uma ponte natural esculpida na rocha pelas vagas de ondas.
Nas águas do mar há uma série de belezas exóticas a descobrir. Toda a ilha está rodeada de corais multicolores e de peixes do mais variado que possa imaginar. O espectáculo é magnífico, e nem é necessário mergulhar para admirar Némo e os seus camaradas no ambiente natural. No Parque Marinho Blue Bay é possível embarcar a bordo do Nessee, um semi-submarino com um fundo de vidro. Ao estilo de Júlio Verne, é transportado a 30 metros de profundidade, e pode admirar com os seus próprios olhos, e durante uma hora, a fauna submarina.
Melhorar o swing
Os jogadores de golfe podem melhorar o seu swing num dos dois campos profissionais que existem.Também os amantes dos desportos náuticos encontram nas Ilhas um sem número de actividades disponíveis. Se prefere ficar a seco, pode sempre optar por dar uma volta de barco em pleno Oceano Índico.
Um Centro de Congressos com uma missão
O Centro de Congressos Swami Vivekananda deve o nome a um líder espiritual indiano que introduziu no final do século XIX a filosofia Vedanta no Ocidente. Este Centro de Congressos, ultra-moderno, foi inaugurado em 2005 para acolher uma conferência no âmbito das Nações Unidas. Com uma superfície total de 17 mil metros quadrados, repartidos por dois andares, oferece espaço e infra-estruturas para receber congressos, feiras, jantares, reuniões, etc. As possibilidades são quase ilimitadas. A sala principal pode receber 7000 pessoas num concerto de música, por exemplo, mas para eventos mais pequenos há uma série de salas à disposição. Como curiosidade, de referir que o Swami Vivekananda já recebeu a cerimónia dos óscares de Bollywood.
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Vilnius é um museu ao ar livre que expõe as influências culturais da Europa Ocidental e Oriental. A cidade é um caso à parte no contexto europeu e báltico. Aqui encontramos a maior cidade antiga da Europa central e oriental, classificada património da Unesco, desde 1994, onde o visitante se pode perder nas ruas estreitas, reveladoras da passagem dos séculos e dos estilos culturais.
Os vários quarteirões da cidade são separados por espaços verdes que podem ser contemplados idealmente do topo do castelo de Gediminas. Daqui pode aproveitar uma vista panorâmica sobre a cidade de 360º. Os locais espirituais não faltam em Vilnius, a cidade abarca, apesar de numerosas ocupações e guerras devastadoras, mais catedrais e igrejas do que qualquer outra cidade de leste.
Incentivos em Vilnius
A atracção de Vilnius reside quer na cidade em si, quer nas florestas e lagos que a rodeiam e que constituem um local maravilhoso para um programa de incentivos. Com um grupo de 15 pessoas pode, por exemplo, viajar num balão de ar quente em redor do centro pitoresco. É um grupo muito grande? Nesse caso uma caça ao tesouro nas ruelas da baixa poderá assumir contornos de uma verdadeira expedição de descoberta que vai ser ainda mais divertido se for feita a bordo das viaturas típicas: os Zapai.
A velocidade não o assusta? Então tem se de deixar surpreender pelo centro de karting Michael Schumacher, um radical circuito de 620 metros, que vai elevar a adrenaliana ao máximo. Mas as actividades tranquilas também são possíveis, pode rumar a norte a bordo de um comboio histórico a vapor, que aliás é possível alugar para um grupo exclusivo. Pode ainda programar um ataque de Tadas Blinda /Robin dos Bosques lituano) durante o trajecto. Experimente ainda o verdadeiro artesanato lituano. Imagine levar uma peça feita por si.
A Lituânia é também o único país da Europa onde pode disparar uma kalachnikov num incentivo. Este decorre num campo de treino soviético onde se formavam agentes secretos do KGB e soldados do Exército Vermelho.
Depois de ter experimentado os tiros, pode reunir-se na Igreja de Santa Catarina para um atelier musical. Arkady Gostesman é um dos artistas de jazz mais conhecidos da Lituânia e as suas composições situam-se entre o jazz moderno e a música clássica contemporânea. Com um grupo de 40 pessoas pode experimentar tocar um instrumento.
Dança e música
Vilnius e a região em que se insere possuí uma série de festivais de música, dança e de teatro. Os lituanos dão ainda muito valor às suas tradições e folclore local. Estas tradições têm três vertentes: a herança católica, a sua cultura agrária, e a época medieval do antigo Grão-Ducado da Lituânia, do tempo em que o país tocava as duas costas, a do Mar Báltico e do Mar Negro, e do qual Vilnius era o centro político.
No castelo de Trakai?
O castelo de Trakai data do século XVI - hoje em dia funciona como museu-, localiza-se a 25 km de Vilnius, numa ilha do lago Galve. O caminho para lá pode ser feito de canoa. Lá dentro o cenário é majestoso. É possível alugar o castelo e este é um espaço fantástico para jantares com espectáculos medievais, em que os bailarinos usam roupas da época, e há cavalos e trovadores. Os convidados também se podem vestir a rigor.
No lago Galve é possível organizar uma panóplia de actividades marítimas. E no Inverno, quando o lago está gelado pode organizar partidas de hockey no gelo. E depois disso o sítio a conferir é o Restaurante Mesa Redonda, que aliás tem uma vista fantástica para o castelo. Não deixe de passar na antiga biblioteca inglesa do restaurante.
E que tal fazer um safari de jeep para descobrir as florestas da região. O Parque Regional de Labanoro é o maior da Lituânia e é verdadeiramente uma maravilha.
Em Vilnius os prazeres culinários são abundantes. E a escolha de restaurantes é vasta. Por isso delicie-se.
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Vários outros recordes do mundo foram estabelecidos nesta antiga colónia britânica, independente desde 1965. Como por exemplo a Great Singapore Duck Race (Grande Corrida de Patos de Singapura) em que 123 mil pequenos patinhos de plástico são lançados ao rio, um espectáculo verdadeiramente magnífico.
Uma imaginação sem limites
Aqui tudo é possível... e isto está inscrito nos genes desta metrópole em efeverscência. Em particular quando se trata de organizar um evento corporativo. A quase totalidade dos edifícios são susceptíveis de serem alugados ou de acolherem grupos. A cidade está claramente alinhada com as manifestações relacionadas com os negócios, e eventos profissionais, detendo, inclusivamente, um estimulante programa, o “BE In Singapore Incentive Scheme” para enquadrar e apoiar ainda melhor os projectos de grande dimensão.
Neste domínio, a imaginação não conhece limites. Faça o seu Director descer de rappel desde a Suntec City, uma das principais salas de congressos e de eventos local?
O arquipélago
Singapura não é só uma metrópole efervescente, é uma república composta por uma ilha principal (a cidade de Singapura) e de 63 ilhéus, a maior parte deles desabitado. O país é, portanto, um dos mais pequenos do mundo, mas a sua densidade populacional é a mais forte, excluindo o Mónaco talvez. O dinamismo de Singapura é sobretudo devido aos 6430 habitantes por quilómetro quadrado Quanto às pequenas ilhas desabitadas, imagine atravessar de barco e organizar lá, por exemplo, um barbecue, ou uma pequena festa.
Mas regressemos à cidade para a conhecer melhor. Comece por aprender alguns termos de Singlish, o inglês oriental. Ou, se preferir, um inglês onde se inclui a expressão “lah”, quando se trata de insistir em relação a alguma coisa. Como vê, é muito simples. Já está pronto para perguntar pelo caminho, por exemplo para ir à Galeria Municipal de Singapura. Aqui vai encontrar um retrato sucinto do que foi a história do país.
Descubra rapidamente a metrópole
Prefere o real ao virtual? Então apanhe um Hippo bus e parta à descoberta. Não terá olhos suficientes para ver tudo, nem ouvidos para escutar as anedotas contadas pelo guia. Há também pequenos cruzeiros que percorrem o rio desde a Ponte Anderson à Ponte Kim Seng, do outro lado da cidade.
Singapura é uma cidade propícia para festas. Por que não festejar aqui o Natal ou o Ano Novo? Ou conferir os inúmeros festivais que aqui acontecem? Sem esquecer as compras.
A cidade e a praia?
Singapura é a porta de entrada da Ásia. Esta não é uma afirmação vã, acredite. Quem pretender organizar um cruzeiro às magníficas baías inabitadas, ou apanhar o Expresso do Oriente, ou ainda viajar até às praias e locais exóticos na Malásia, Hong Kong e Tailândia, tem o melhor e mais eficaz hub em Singapura. Perfeita também para um incentivo que conjugue espaços urbanos com uma costa prazenteira. Mais de 80 companhias aéreas asseguram em cada semana 4 mil voos entre 180 cidades e o Aeroporto Internacional de Changi.
Além disso, tudo aqui é impecável. Sabia que Singapure é um dos destinos mais seguros do planeta? Mesmo a metereologia não desperta grandes inquietações, o tempo é estável e as temperaturas flutuam todo o ano entre os 25 e os 30 graus.
Em Singapura é tudo possível para organizar o seu evento, mesmo cobrir as ruas de bandeiras, banners ou sinais luminosos para desejar as boas-vindas aos seus convidados.
Singapura em quinta velocidade
Graças ao metro Mass Rapid Transit, um deslocamento de um sítio para o outro não leva mais do que meia-hora. Aproveite para conhecer toda a cidade, nomeadamente Little India, um bairro autêntico, uma verdadeira explosão de cores e odores; a Rua Árabe, um espaço que representa sublimemente o melhor da cultura da Malásia, o país vizinho; a Chinatown, o nome diz tudo, aqui encontra todo o tipo de artigos chineses; a Rua Orchard, onde se situam os centros comerciais e lojas mais selectas da cidade; e o Riverside, o quarteirão financeiro e de negóciosm mas também o centro artístico de Singapura.
Singapura desvenda os seus segredos
A variedade de possibilidades que existe em Singapura é uma garantia de sucesso para o evento. Um dos locais mais especiais é a Ponte Cavenagh, construída em 1869, e ainda bem preservada. É possível aludá-la por um grupo até 150 pessoas.
Pode também levar o seu grupo a percorrer a Chinatown e provar as especialidades locais. Passe igualmente pela Esplanada, o centro artístico da cidade, onde pode organizar um cocktail. Deste local é possível apreciar as praias e a riviera. E imperdível é também uma passagem na Fountain of Wealth, a maior fonte do mundo.
Um outro espaço panorâmico é o The Equinox, um complexo de cinco bares e restaurantes, situado no Swissotel The Stamford. O 16º andar da Biblioteca Nacional, com uma decoração moderna e apurada, é interessante para cocktails. E porque não dar um pulo a Sentosa Island? Aqui a proposta é almoçar, ou jantar num teleférico, a 70 metros do solo.
E numa metrópole marítima, é natural que muito eventos se façam perto do mar. As hipóteses são inúmeras.
E que tal fazer uma reunião no Zoo? Pode começar por um pequeno-almoço na selva, com os orangotangos e as cobras, ou então um almoço na companhia dos leões.
Sentosa, excelente para incentivos
Nesta ilha tropical, é possível realizar uma série de actividades lúdicas, que vão deixar os seus colaboradores ou clientes espantados. Se procura adrenalina pura, então o Parque Temático da Universal Studios e o Parque Aventura MegaZip, são os seus destinos.
Para um evento onde se pretende uma forte conotação visual, por exemplo para o lançamento de um produto, reserve o teatro multimédia 360º do Museu Experimental Marítimo. Os seus convidados vão ficar impressionados.
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À descoberta dos aromas da velha cidade
Podem igualmente passear sobre as muralhas a fim de descobrir a cidade a partir de uma nova perspectiva. O centro da cidade compõe-se de um labirinto de ruas charmosas e oferece um sem fim de curiosidades, igualmente disponível para recepções ou acontecimentos.
De seguida entrem numa das mais antigas farmácias da Europa, datada de 1317, e comprem uma aspirina. Com mais de 200 dias de sol por ano, Dubrovnik é o destino ideal para as actividades ao livre ar, qualquer que seja o período do ano. City Hunt é um jogo que leva os participantes através de um percurso interactivo. Por grupo de máximo 10 pessoas, será conduzida a realizar diversas missões que se referem à história e à cultura dos lugares. Apure a sua língua e o seu nariz porque deverá nomeadamente pronunciar algumas palavras em Croata antes de reconhecer uma selecção de especiarias dálmatas típicas. Os grupos desejosos de se evadirem da pequena da cidade poderão ir até ao monte Srð, onde poderá visitar um forte napoleónico. Será deste lugar que gozará do melhor panorama da cidade, com o seu mosaico de tectos em telhas vermelhas, os seus jardins, a cor azul do largo e a efervescência do seu porto.
As ilhas circundantes
Ousem desafiar a ondulação do mar a bordo de uma embarcação à vela e parta à descoberta da imensidão de ilhas com que conta a região. O ponto mais meridional da Croácia vale igualmente o rodeio. Konavle é um vale fértil rodeado de oliveiras e de vinhas, suportadas contra montanhas da Bósnia Herzegovina e do Montenegro. Lá, embarcam a bordo de um jeep em direcção aos mais antigos moinhos de azeitonas da região e provam o óleo de azeitona, o queijo e o pão, de confecção artesanal tradicional. Poderão também provar que alguns dos vinhos da Croácia cuja popularidade vai além fronteiras regionais, por exemplo, o Dingac e o Plavac, e constituem etapas inevitáveis de degustação. Konavle é igualmente o lugar ideal para a prática de escalada, parapente ou BTT. Mais distante, a estação balneária de Cavtat propõe-vos uma decoração digna da Grécia antiga numa baía azul. Poderão dedicar-se a todos os desportos aquáticos imagináveis. No entanto, o melhor permanece na degustação de uma cerveja local e de um presunto dálmata, num dos inúmeros terraços ensolarados, que rodeiam o porto de pesca.
Sobre a ilha Mljet situa-se o Parque Nacional. A costa meridional da ilha está espalhada de cavernas, e a costa rochosa está cercada de dois imponentes lagos salgados e oferece um sem numero de espécies vegetais típicas da região.
Sob o olhar calmo das vastas florestas de Mljet que descem até à margem, é possível avistar um mosteiro beneditino e uma igreja do século XII situado numa ilhota mesmo no meio do lago. Não distante, Trsteno, o mais antigo jardim de estilo renascentista, preencherá o mais exigente amante da natureza. Ivan Gucetic construiu aqui a sua residência de Verão no fim do século XV, antes de o reconstruir inteiramente após o tremor de terra de 1667. O arvoredo, a quantidade de flores exóticas que desabrocham entre as árvores seculares em redor da fonte de estilo barroca conferem à paisagem um ar bucólico.
Uma noite sob o sinal da elegância
Devido ao forte crescimento das actividades turísticas durante estes últimos dez anos, a cidade está hoje recheada de hotéis prestigiosos, dotados de infra-estruturas propícias à organização de conferências e de seminários.
Pequena selecção:
- As 482 câmaras do hotel cinco estrelas Croatia de Cavtat foram renovadas este ano. O hotel dispõe também de oito salas de reunião, de uma capacidade que vai de 30 para 850 pessoas. O complexo tem duas praias privadas nas quais é possível saborear um cocktail sob um dos inúmeros guarda-sóis.
- O Hotel Excelsior, com as suas 158 câmaras e as suas seis salas de reunião que podem acolher até 500 pessoas, mesmo no coração de Dubrovnik, é outro estabelecimento de cinco estrelas a recomendar.
- O Pucic Palace é um hotel de encanto situado no centro da velha cidade. Ideal para os grupos mais restritos, compõe-se de 18 câmaras e de um Café Real onde sabe bem parar por uns breves momentos para descontrair.
- Cada cidade europeia possui o seu Hotel Boavista, mas o de Dubrovnik possui algumas diferenças em relação aos demais. Graças ao seu restaurante Vapor, que recentemente integrou o círculo dos 20 melhores restaurantes da Croácia.
- O único bar de sushi de Dubrovnik esconde-se num recinto do Hotel Dubrovnik Palace. Vale-se da sua localização, possui 308 câmaras, e salas de congresso com uma capacidade de 750 pessoas e 3 piscinas externas.
Boas sugestões
Em Dubrovnik abundam os bons pequenos endereços, indo dos mais modestos aos mais extravagantes. O Gil' s Cozinha & POP Lounge por exemplo, que abriu as suas portas recentemente, propõe-lhe a melhor qualidade da cozinha gastronómica . Já a decoração interna e a vista incrível que se propõe sobre o mar é simplesmente de cortar a respiração.
Após a vossa refeição, recomendamos um café turco, uma chávena de chá verde de hortelã ou, porque não, uma pipa de água. O Nautika, com a sua vista sobre as fortificações de Bokar e de Lovrijenac, é também um dos melhores restaurantes de Dubrovnik.
Alguns lugares especiais que queremos partilhar:
- A Arte Gallery é uma antiga propriedade que pertenceu outrora à nobreza local. Acolhe hoje os fins gourmets numa atmosfera típica de Idade Média com o mais bonito efeito.
- O Sponza Palace constitui um dos mais bonitos lugares de Dubrovnik, com as suas arcadas e as suas imponentes janelas góticas. Poderá lá provar um delicioso cocktail sob os ritmos cadentes de um grupo folclórico local.
- O Centro de congressos de Dubrovnik é um edifício velho de 500 anos recentemente renovado e hoje dotado de todas as novidades tecnológicas. Dispõe de uma superfície de 144m ², ideal para apresentações de produtos ou seminários, bem como de uma sala de projecção.
- O Teatro Marín Drzic é um esplêndido teatro que data do século XIX que se serve do nome de um dos mais importantes escritores croatas. Oferece 300 lugares sentados e abre as suas portas a acontecimentos profissionais.
A sua estadia em Dubrovnik não terá o mesmo sabor sem uma excursão pelas numerosas ilhas dispersas ao longo da costa dálmata.
A leitura desta reportagem da The Planner deu-lhe o desejo de descobrir o lugar com os seus próprios olhos?

















