O sol desce sobre a Jema El Fna e ninguém nos prepara para o que se segue. Dos minaretes sai um som quase hipnótico. É altura de rezar. Mas a praça não pára, está electrizante. Sem reservas, é preciso mergulhar de cabeça naquele ambiente. É por isso que tantas empresas e associações escolhem Marraquexe para os seus eventos. Porque uma só cidade oferece o conforto exigível para o segmento de negócios e um mundo verdadeiramente exótico, tão perto da Europa.
É preciso uma boa dose de sentido de orientação para percorrer a labiríntica medina de Marraquexe. Mas talvez seja esse um dos maiores prazeres em visitar uma cidade, deixarmo-nos surpreender a cada esquina. Os sons, cores, sabores, cheiros dos souks (mercados) colocam os sentidos em sentido! A experiência só fica completa quando se entra no jogo de regatear. Perder ou ganhar, depende da perspectiva. Nós achamos sempre que fizemos um bom negócio. O processo pode ser bastante cansativo. Impõe-se, por isso, repousar na companhia de um chá num dos cafés da medina.

Fora do rebuliço da cidade velha, o Palácio Menara e os Jardins Majorelle são visitas incontornáveis. No caminho é possível verificar os contrastes entre a medina e a parte nova e rica da cidade. É aqui que estão localizados os grandes hotéis e resorts, e onde se realizam a maior parte dos congressos e eventos, nomeadamente o Palmerais Golf Palace, Royal Mirage, Sofitel, Medirien, Essaadi e o Kenzi Farah.
O Centro de Congressos é composto por dois anfiteatros, uma sala de banquetes e duas salas de reuniões. 5500 pessoas é a capacidade da infraestrutura que pode também receber feiras e exposições, tanto no interior, como no exterior. Marraquexe e os arredores são também destinos por excelência de viagens de incentivo.
Uma viagem até ao Sahara
Tendo como base Marraquexe, é possível fazer uma viagem ao deserto do Sahara, quer de forma particular, quer numa das muitas viagens em grupo, publicitadas por toda a cidade. O caminho é longo, árido, com subidas íngremes e descidas vertiginosas, curvas e contra-curvas, aldeias pobres e oásis verdejantes. Ouazarzate é a ante-câmara do Sahara. Aqui são gravados muitos filmes de época nos mega estúdios localizados à entrada da cidade. Lawrence das Arábias, o Gladiador, a Última Tentação de Cristo são alguns exemplos.
A pouca distância fica Merzouga, que é uma das mais consensuais entradas no deserto. Claro que a grande experiência é ir de camelo. Não é fácil, deixa mazelas, mas vale completamente o esforço. E dormir no deserto, sob as estrelas brilhantes, é uma daquelas sensações que nunca mais se esquecem. Tal como o amanhecer, silencioso e deslumbrante.

Mas voltemos onde tudo começa e acaba. À Jema El Fna. A Koutoubia, a maior mesquita da cidade, ergue-se imponente e vigilante, como um farol que aponta o caminho. Na praça, músicos, dançarinos, contadores de histórias, acrobatas, vendedores de sumo de laranja, encantadores de serpentes revezam-se para captar a atenção de quem passa. E quem passa não fica indiferente. Escurece, pequenas luzes acendem-se por todo o lado. Da Koutobia sai o som hipnótico. Começa tudo outra vez. Bem-vindos a Marraquexe.
Cláudia Coutinho de Sousa
Há sempre uma certa tentação de confiarmos nas primeira impressões. Talvez seja preciso resistir a isso em relação ao Cairo. A primeira imagem que se tem da cidade é mais ou menos a seguinte: o caos total. Trânsito, buzinas, agitação, barulho, poluição. Há que conseguir ver para além disto para se apreciar o Cairo.
A praça Tahir, onde fica situado o Museu do Cairo, foi o cenário dos protestos que puseram um fim ao regime de Hosni Mubarak, dono do poder durante 30 anos. Foram momentos de muita agitação que tiveram grande impacto no turismo de lazer e de negócios na cidade. Por exemplo a Conferência Anual do FMI, marcada para a capital egípcia, mudou-se para o Japão. O Egipto tenta agora afastar a percepção de insegurança que ainda está na mente de muitos. Para isso desenvolveu uma nova campanha, apresentada no World Travel Market, intitulada “We're Egypt” com a seguinte mensagem: “somos amigáveis, temos a mente aberta, somos orgulhosos do nosso país, somos o Egipto, esperamos vê-los no Egipto”. O ministro do Turismo Fakhry Abdel Nour enfatizou, na mesma ocasião, o clima de estabilidade e de segurança que já se vive no país.
O investimento em campanhas publicitárias, em visitas de reconhecimento do destino, incentivos para os voos charter para destinos no Egipto, são medidas do Turismo que cobrem várias frentes no sentido de melhorar a reputação de um país em que 10% da população trabalha do sector do turismo.

O tesouro de Tutankamon, as pirâmides
As empresas de turismo do Cairo não terão qualquer problema em desenvolver programas de apoio aos eventos. O único problema pode ser escolher. Há tanto para visitar.
O Museu Egípcio é um pouco o espelho da cidade. Relíquias de milhares de anos parecem quase ao abandono, em armários antigos, atafulhadas umas nas outras. E no labirinto confuso de corredores, salas, períodos históricos, com a informação a escassear, é possível passar ao lado de peças absolutamente únicas. A múmia de Ramsés II e o tesouros de TutanKamon são dois dos ex-libris deste museu, verdadeiramente imperdível. Também as Pirâmides de Gizé são imperdíveis, não fossem uma das antigas sete maravilhas do mundo, muito embora estejam completamente absorvidas por uma frenética exploração turística. Centenas de autocarros fazem adivinhar as multidões que convivem com aquele espaço, já muito ameaçado pela poluição de uma cidade de oito milhões. Os vendedores são a verdadeira praga do Egipto nestas paragens.
Numa cidade de tantos milhões até os cemitérios servem de casa. É a cidade dos mortos, que Sérgio Tréfaut tão bem retrata no documentário com o mesmo nome. Um milhão de pessoas vive entre sepulturas, em mausoléus, respeitando o silêncio dos mortos, mas vivendo o dia-a-dia como se eles lá não estivessem. Não faltam mesquitas, escolas, lojas ou esquadras, miúdos a jogar à bola, ou cães a ladrar. Uma imagem impressionante do Cairo mais pobre.
Ainda no Cairo Islâmico, o mercado de Khan el Khalili é o principal da cidade. Um espaço enorme pontuado por ruelas estreitas e milhares de lojas dos mais variados produtos, desde especiarias, jóias, passando por roupa, artesanato ou peles. Uma incursão às várias mesquitas - a maior de África fica no Cairo -, é também uma experiência.
No Cairo predomina a religião muçulmana, mas existe uma minoria cristã, os Coptas. A convivência não tem sido excessivamente problemática. Visitar esta versão do Cairo, o Cairo Cóptico, deve estar no topo da lista de prioridades.

Reuniões e eventos
O Cairo International Conference Center é um dos principais venues para realizar eventos. São 60 mil metros quadrados dedicados ao acolhimento de conferências, equipados com as mais recentes tecnologias. A cinco minutos a pé fica a Feira Internacional. Ambos as estruturas estão servidas por vários hotéis de cinco estrelas e a apenas dez minutos do Aeroporto. Os hotéis locais estão preparados para receber o segmento, com várias salas de reuniões e eventos. A Universidade Americana possui também um grande auditório.
O Aeroporto situa-se a pouco mais de 20 quilómetros da cidade (mas no Cairo 20 quilómetros equivale a horas no trânsito) e é o segundo maior de África. Mais de 65 companhias usam esta infraestrutura que recebe anualmente mais de 16 milhões de passageiros.
Cláudia Coutinho de Sousa
Assistir ao pôr do sol nas escadarias que dão para o Reno é um clássico dos habitantes de Düsseldorf. Assim como beber uma cerveja gelada numa das muitas kneipes da cidade. O que falta em termos de património histórico à cidade é contrabalançado por uma grande oferta em termos artísticos e culturais
É uma cidade que respira moda e estilo. Na Königshalle encontram-se as lojas das principais marcas mundiais e é um corre-corre de gente bonita e bem vestida. Mais perto do Reno, as esplanadas e as cervejarias são o ponto de encontro depois de um dia de trabalho. Se o sol espreita, as zonas verdes da cidade tornam-se muito concorridas. A vida cultural da cidade é animada. Ópera, teatro, concertos, Düsseldorf está na rota das grandes produções.
A norte de Düsseldorf fica Kaiserswerth, um destino para excursões de um dia, mesmo dos locais. As ruínas do "Kaiserpfalz", o palácio do imperador Barbarossa estão localizadas mesmo na margem do rio Reno. A rodeá-las há uma série de restaurantes, cafés, jardins onde se pode desfrutar da vista.
Com uma população de 600 mil habitantes, Düsseldorf conseguiu ao longo dos anos destacar-se pela Universidade e pela capacidade de atrair negócios e empresas estrangeiras. O aeroporto local, o terceiro maior da Alemanha, liga a cidade ao mundo. 16 milhões de passageiros, 200 mil voos por ano, 75 companhias aéreas, 180 destinos são os números deste aeroporto, situado apenas a 3 Km do Centro de Congressos e a 10 minutos do centro.
O Centro de Congressos é um dos mais importantes venues alemães. E destaca-se, sobretudo, em termos de eventos ligados à ciência e finanças. Este espaço está ligado à Feira Internacional de Düsseldorf. O Centro de Congressos tem capacidade para 15 mil visitantes. Recebe todos os anos cerca de dois mil eventos. A cidade dispõe de uma oferta hoteleira diversificada, mais de 20 mil quartos em hotéis de três a cinco estrelas.
Se Dublin fosse uma pessoa era divertida, optimista, encantadora, alguém com quem temos vontade de passar momentos especiais. É, provavelmente, uma cidades mais vibrantes da Europa, combinando modernidade e história ao bom estilo descontraído irlandês. A cidade abre os braços ao turista de negócios apresentando uma rica selecção de galerias, museus, restaurantes, pubs ou lojas. Tudo isto condimentado com o saber-receber típico dos habitantes de Dublin.
As boas ligações aéreas que a capital da Irlanda detém permitem-lhe ser de fácil acesso no contexto europeu. Está localizada a uma hora de Londres e a menos de duas horas de Paris e Bruxelas, por exemplo. Por outro lado está a apenas seis horas da costa leste dos Estados Unidos. Ao todo, o aeroporto de Dublin tem ligações para 185 destinos.
Por ser compacta e relativamente pequena, a cidade pode muito bem ser descoberta a pé. Mas há um sistema de autocarros e eléctricos bem articulado e há táxis... muitos táxis. Seja qual for o meio de locomoção escolhido, há muito para visitar. O Trinity College Dublin & the Book of Kells, a fábrica onde se produz a cerveja Guiness, o castelo, a destilaria Old Jameson, a National Art Gallery, Dublinia e a Catedral de St. Patrick’s situam-se no centro da cidade.
A cidade tem uma atmosfera segura e acolhedora. E tem um histórico de organizar grandes eventos. Já recebeu os Special Olympics, em 2003, o Ryder Cup, em 2006, e etapas da Volta a França em Bicicleta.
Dublin abre os braços ao turismo de negócios com alguns espaços para eventos localizados em castelos, em hospitais, estádios, destilarias, que conferem o factor “uau” ao evento, mas também em hotéis, centros de congressos e conferências. Depois há um conjunto de actividades que podem ser realizadas a poucos quilómetros da capital, tais como golf, equitação, surf, vela, windsurf, etc.
A Dublin de James Joyce, Samuel Beckett, George Bernard Shaw, WB Yeats, John Synge, Oscar Wilde, Jonathan Swift e Bram Stoker é património literário da humanidade. E nos dias que corre é casa de multinacionais, start-ups de inovação, investigadores e profissionais experientes. A Irlanda é localização chave para a indústria farmacêutica e química na Europa, sendo que a maioria das companhias tem representação no país.
Para conhecer melhor a oferta de negócios da cidade, o melhor mesmo é consultar o site do Convention Bureau de Dublin, onde estão disponíveis as listas de dmc e venues.




Na cidade dos Habsburg, autêntico cenário saído de um conto de fadas, a sensação é a de que se recua muitos anos no tempo e se entra num mundo mágico e encantador.
Se pensarmos em Viena, invariavelmente vamos chegar a Johann Strauss e a Wolfgang Amadeus Mozart. Na cidade que viu nascer o primeiro, e onde viveu o segundo, ainda se encontram vários testemunhos da presença destas personalidades únicas e eternas. Por isso, e por muito mais, Viena é considerada a cidade da música.

E dos doces, que são uma autêntica perdição, como a Torta Sacher, feita de chocolate, coberta com geleia de damasco e chocolate preto. Não deixe de os provar, um por um, e olhe que há imensos cafés e confeitarias onde o pode fazer.
Em qualquer estação do ano os monumentos de Viena vão deixá-lo impressionado, permitindo-lhe reconhecer diversos estilos, do esplendor do Barroco à elegância da Arte Nova. Atente nos seguintes destaques: Castelo Schönbrunn, antiga residência de férias dos Habsburg, Palácio de Hofburg, Palácio Belvedere e Catedral de S. Stephens.
As célebres carruagens abertas, puxadas por briosos cavalos, são o meio de transporte ideal para conhecer esta cidade imperial, mas também um dos mais caros…

A nível cultural de realçar os museus, a ópera e o teatro. A oferta é muito grande e de qualidade nesta cidade banhada pelo Danúbio, rio também ele muito particular, navegável em grandes extensões, e por isso disponível para interessantes passeios.
Para eventos, Viena é um verdadeiro case-study muito graças ao seu dinâmico convention bureau. Sempre nos primeiros postos do ranking da ICCA, a capital da Áustria é o exemplo de estratégia para este sector. Para conferir os principais espaços e agentes da meetings industry na cidade siga este link: www.vienna.convention.at.
Numa das cidades mais fantásticas do mundo, tédio é uma palavra que nunca se materializa. Aliás o que acontece invariavelmente é não haver tempo para ver tudo o que se planeou.
Um primeiro conselho: esteja alerta pois a cidade-luz tem a capacidade de estimular todos os sentidos.
Paris é uma cidade monumental, expoente máximo da elegância e do saber fruir os prazeres da vida. Não deve perder uma visita a locais como o Arco do Triunfo, Basílica do Sacré-Coeur, Montmartre, Catedral de Notre Dame, Torre Eiffel, Jardins do Luxemburgo, Museus do Louvre e d'Orsay, Centro Pompidou, Moulin Rouge, Catacumbas de Paris ou os Invalides, as casas de escritores célebres como Balzac e Victor Hugo, até mesmo o quarto onde Marcel Proust passou os últimos anos de vida, para citar apenas alguns.

Um cruzeiro no Sena com a cidade mágica como cenário pode ser um momento de superior romantismo. A poucos quilómetros da capital francesa, o magnífico Palácio de Versalhes atrai multidões e com muito cabimento. E também a pouco mais de 30 quilómetros de Paris está o parque de diversões da Disney. Como vê, sugestões para todos os gostos.
A culinária, já se sabe, é especial, e merece bem ser experimentada.

De resto, exposições, cinema, teatro, espectáculos musicais e outros eventos são uma constante e bastante heterogéneos.
Encontra em português, neste site: http://pt.parisinfo.com/, todas as informações sobre a cidade em termos de acolhimento de eventos.
Cidade de muitos encantos, visitada por turistas de todo o mundo, Munique conjuga a agitação de uma grande metrópole alemã com uma certa ruralidade típica da Baviera.
A região da Baviera, pela natureza, pelos extraordinários castelos e palácios imaginados e concretizados por Ludwig II, pela beleza e história das suas cidades, é talvez a mais bonita de toda a Alemanha. Munique é a capital deste estado rico e próspero e compete com Berlim pelo título de cidade germânica mais visitada.
Locais como Frauenkirche (Igreja de Nossa Senhora), o mais emblemático templo católico da cidade, Marienplatz, onde está situada a lindíssima Câmara Municipal, o Jardim Inglês, o Estádio, Olímpico, o Palácio de Nymphenburg, onde nasceu Ludwig II, o palácio dos Wittelsbach, são as grandes referências desta cidade que sofreu muito com a II Guerra Mundial, mas soube reerguer-se das cinzas e transformar-se num burgo vivo, alegre e dinâmico.

Os habitantes de Munique adoram divertir-se e são alegres por natureza. O ponto alto da diversão é a famosa Oktober Fest, em que a cerveja é a atracção principal. A não perder são também os inúmeros e interessantes museus da cidade.
Verdadeiramente recomendável, até porque não distam muito de Munique, é uma visita aos castelos (de contos de fada) de Ludwig II: Herrenchiemsee, Linderhof, Hohenschwangau e Neuschwanstein.
Esta cidade da Baviera também goza de condições excelentes para eventos. Confira aqui quais são: http://www.muenchen.de/cms/prod1/mde/_de/rubriken/Rathaus/65_raw/Tourismusamt/pdf/broschueren/kongress_broschuere_2008.pdf.
Bem no centro do Mar Mediterrâneo, existe um arquipélago capaz de preencher as expectativas de qualquer tipo de turista, o que não prescinde da praia e o que adora história e cultura.
De Malta comecemos por dizer que não existe país no mundo onde haja tantos elementos históricos num espaço tão reduzido. E de facto são muitos os vestígios de civilizações antigas incluindo, por exemplo, as de romanos, árabes e normandos, mas também do passado mais recente, sob domínio britânico. Tudo isto num espaço de 316 km2.
Há vários laços que unem os nossos dois países, nomeadamente através da Ordem de Malta, que teve entre os seus líderes vários portugueses. Aliás, foi ao serviço de um deles, D. António Manuel Vilhena, Grão-Mestre da Ordem, que se fez notar o arquitecto italiano Nicolau Nasoni, vindo mais tarde a trabalhar para o Porto.

Os 400 mil habitantes são, na sua maioria, profundamente católicos, facto que explica as mais de 360 Igrejas existentes no território, praticamente uma por cada dia do ano.
A capital deste arquipélago é Valetta, situada na ilha de Malta. É uma cidade movimentada, onde se conduz à esquerda, como no Reino Unido, com uma intensa vida comercial e nocturna, bares e restaurantes, e muitas atracções histórico-culturais. O mar e as praias, suportadas por um clima extraordinário, são um verdadeiro convite.

As duas outras ilhas habitadas são Gozo e Comino, ambas mais tranquilas do que Malta. A água do mar é de tal forma límpida que é um autêntico paraíso para o mergulho, especialmente num local chamado, e o nome diz tudo, Lagoa Azul, em Comino. Portos, baías e praias fazem as delícias dos amantes da natureza.
Também para eventos e incentivos Malta é considerada um destino muito interessante. Saiba tudo em www.visitmalta.com/business-travel.
Prepare-se porque na capital da Catalunha vive-se intensamente. Imponente e orgulhosa, mas também hospitaleira e acolhedora, a cidade de Barcelona vai deixá-lo fascinado.
O maior ex-libris da segunda cidade espanhola (excluindo o Futebol Clube de Barcelona para os adeptos mais fanáticos do desporto rei) é, sem dúvida, a espectacular, embora inacabada, Catedral da Sagrada Família, a obra-prima de Antoni Gaudi. Aliás, a cidade está polvilhada de testemunhos do trabalho único deste arquitecto catalão, que se destaca pela originalidade, arrojo e excentricidade.

Um passeio pelo típico Bairro Gótico é altamente recomendável e alguns dos mais bonitos exemplares deste estilo podem ser aí apreciados. Já de Montjuic desfruta-se de uma impressionante vista sobre a cidade. Aqui impõe-se um passeio de teleférico. Além de romântico, permite apreciar por exemplo a bonita zona do porto e da praia. Para quem procura a verdadeira agitação não pode perder Las Ramblas, uma avenida com muito comércio, cafés e restaurantes, animada por inúmeros artistas de rua. A vida nocturna é excitante e movimentada.

Barcelona é a cidade da cultura por excelência. Os maiores pintores espanhóis, como Miró e Picasso, têm aqui museus que lhes são dedicados e que valem muito a pena conhecer. Verdadeiramente notável é também o vasto programa de eventos culturais disponíveis na cidade. Pode é não haver tempo para tudo.
Barcelona é uma das cidades europeias que mais congressos e eventos recebe. Neste link encontra todas as indicações de espaços, hotéis, espectáculos, empresas de eventos, fornecedores da cidade: http://professiona2.barcelonaturisme.com/bcb_cg.
Fotos: Sara MarquesA propósito da participação na BTL, os turismos da República Checa e da Polónia organizaram um pequeno-almoço com os profissionais de turismo e imprensa especializada. As potencialidades dos dois países foram amplamente evidenciadas, inclusive em termos de capacidade para receber eventos, um segmento em que ambos os países apostam.

Castelo de Praga(Foto: Roman Cestr / Czech Tourism)
Markéta Lehecková, do Turismo da República Checa, destacou os muitos edifícios históricos com valências para eventos, desde castelos, palácios, monumentos, não só em Praga como no resto do país. “Os castelos da Boémia foram recentemente adaptados para receberem congressos, incentivos e eventos”, anuncia a responsável. Já Praga é uma cidade que está na moda, e apresenta uma boa relação qualidade/preço, e por isso a crise até tem favorecido a capital checa, uma vez que, por ser um destino acessível, quer em preço, quer em comunicações, tem recebido muitos eventos. Além disso a cidade dispõe de uma programação cultural muito forte.

Castelo de Carcóvia
2011 é um ano importante para a Polónia com a comemoração do Ano Internacional da Química (lembre-se que Marie-Curie nasceu neste país), a Beatificação do Papa João Paulo II, e sobretudo pelo facto de receber, pela primeira vez, a presidência da União Europeia. Em 2012 a Polónia recebe, juntamente com a Ucrânia, o Campeonato da Europa de Futebol. O sector dos eventos é, de resto, muito importante para o país, que dispõe de centros de congressos um pouco por todo o território, sendo que as cidades mais requisitadas são Varsóvia, Cracóvia e Wroclaw. As montanhas Tatra são muito usadas em incentivos.
O encontro com as delegações de ambos os Turismos decorreu em Lisboa, no Café Fábulas, a 22 de Fevereiro. Mais informações sobre os países em www.polonia.travel e www.czechtourism.com.
















